terça-feira, 1 de novembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Veeerdades
SEIS GRANDES VERDADES
1ª Verdade:Ninguém consegue tocar em todos os dentes da boca com a língua.
2ª Verdade:Todo retardado, depois de ler a 1ª verdade, tenta tocar com a língua em todos os dentes que tem na boca.
3ª verdade:Descobre que a 1ª verdade é mentira.
4ª Verdade:Começa a sorrir, porque concorda que é retardado.
5ª Verdade:Tá pensando pra quem vai enviar essas verdades.
6ª Verdade:E continua com o sorriso de retardado na cara!
Fala sério, você tocou a língua nos dentes, né?
EU TAMBÉM !!! . . .
Agora pega outro...
PRECISAMOS RIR MAIS, FAZ BEM!!!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Saúde - AIDS
O HIV está conseguindo escapar da ação de drogas antirretrovirais porque é capaz de passar diretamente de uma célula para outra.
A conclusão é de um novo estudo do laboratório do biólogo David Baltimore, ganhador do prêmio Nobel de Medicina em 1975.
Realizando experimentos com culturas de células no Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), o grupo do cientista oferece uma explicação de por que o coquetel anti-Aids reduz o número de vírus nos soropositivos, mas não cura a infecção.
| CDC/Reuters |
![]() |
| Detalhes da estrutura do HIV; vírus é mais vunerável às drogas porque não cai na corrente sanguínea, diz estudo |
Em geral, uma célula infectada se rompe e libera HIVs soltos no plasma sanguíneo.
Esses vírus vagam pelo sangue até encontrar outro linfócito T CD4+, a célula do sistema imune que o HIV ataca. É quando os vírus estão soltos que a droga age.
Baltimore e seus colegas, porém, mostraram que uma parcela menor da transmissão ocorre diretamente, de célula para célula, quando dois linfócitos entram em contato no sangue.
É nesses casos que os antirretrovirais falham. A infecção célula a célula não é tão frequente mas, quando ocorre, a quantidade de vírus transferida é grande.
Explorando essa brecha de segurança, o vírus consegue sobreviver como um reservatório latente dentro das células, mesmo quando o sangue está repleto de moléculas das drogas antirretrovirais.
ESPERANÇA FRUSTRADA
"No início dos anos 1990, quando os inibidores de protease [primeira classe eficaz de droga anti-HIV] surgiram, os médicos estavam medindo o ritmo de queda da carga viral dos soropositivos e concluindo que, com tal redução, os pacientes estariam curados em alguns anos", disse à Folha Alex Sigal, cientista que coordenou o trabalho. "Algumas pessoas vêm sendo tratadas com antirretrovirais por mais de 15 anos, mas, se você para de administrar a droga, o vírus volta."
Sigal descobriu o problema da transmissão célula a célula ao realizar um experimento em que cultivou linfócitos vivos num pires de laboratório para comparar os dois tipos de transmissão.
Quando as células estavam separadas, o efeito da droga sobre o HIV foi muito mais acentuado do que quando estavam juntas.
Segundo os cientistas, que descrevem o trabalho em um estudo publicado hoje na revista "Nature", a descoberta é também uma má notícia para a criação de uma vacina terapêutica anti-HIV.
Esse preparado estimularia o sistema imune a atacar o vírus, mas sua ação se limitaria ao exterior dos linfócitos. A transmissão célula a célula seria um problema.
Mas há esperança de que isso não ocorra no uso preventivo de uma vacina, afirma Sigal. Se o organismo conseguir combater o vírus logo que ele entra, não haveria brecha para a formação de um reservatório.
Estudos de opções terapêuticas no laboratório de Baltimore, porém, já sofreram uma mudança de abordagem.
"Estamos buscando inibidores de infecção do HIV que não funcionam da mesma maneira que as drogas antirretrovirais",
afirma Sigal.
"Essas novas drogas afetam a célula infectada. Assim, não importa quantos vírus estão dentro dela."
Folha de S. Paulo
QUINTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 2011 C8
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Atividades de Recuperação
- Construir um submarino (pg. 14)
Fazer um relatório.
- Construir uma tabela sobre Densidade (pg. 19)
- Propriedade dos Materiais
> Responder quadro Laranja (pg.27)
- Os 3R
> Responder quadro Laranja (pg. 39)
- Provas Dissertativas.
OBS: A Data de entrega depende da sala. Então fiquem atentos...
Boa Sorte =D
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Célula
Célula, unidade mínima de um organismo, capaz de atuar de maneira autônoma. Alguns organismos microscópicos, como bactérias e protozoários, são células únicas, enquanto os animais e plantas são formados por muitos milhões de células organizadas em tecidos e órgãos.
Características gerais das células
Pode-se classificá-las em células procarióticas e eucarióticas. As primeiras, que incluem bactérias e algas verde-azuladas, são células pequenas, de 1 a 5 µm de diâmetro, e de estrutura simples. O material genético (ADN) não está rodeado por nenhuma membrana que o separe do resto da célula. As células eucarióticas, que formam os demais organismos vivos, são muito maiores (medem entre 10 a 50 µm de comprimento) e têm o material genético envolto por uma membrana que forma um órgão esférico importante chamado de núcleo. Apesar das muitas diferenças de aspecto e função, todas as células estão envolvidas numa membrana — chamada membrana plasmática — que encerra uma substância rica em água, chamada citoplasma. Quase todas as células bacterianas e vegetais estão também encapsuladas numa parede celular grossa e sólida, composta de polissacarídeos, externa à membrana plasmática. Todas as células contêm informação hereditária codificada em moléculas de ácido desoxirribonucléico (ADN); esta informação dirige a atividade da célula e assegura a reprodução e a transmissão dos caracteres à descendência.
Núcleo: é o órgão mais importante em quase todas as células animais e vegetais; é esférico, mede cerca de 5 µm de diâmetro, e está rodeado por uma membrana dupla. A interação com o citoplasma acontece através de orifícios chamados de poros nucleares. Dentro do núcleo, as moléculas de ADN e proteínas estão organizadas em cromossomos, que costumam aparecer dispostos em pares idênticos. O núcleo controla a síntese de proteínas no citoplasma. O ARN mensageiro (ARNm) é sintetizado de acordo com as instruções contidas no ADN e deixa o núcleo através dos poros. Já no citoplasma, o ARNm une-se a corpos pequenos chamados ribossomas e codifica a estrutura primária de uma proteína específica.
Citoplasma: compreende todo o volume da célula, com exceção do núcleo. Engloba numerosas estruturas especializadas e organelas.
Citoesqueleto: é uma rede de filamentos protéicos do citosol que se encarrega de manter a estrutura e a forma da célula. Também é responsável por muitos dos movimentos celulares.
Mitocôndrias: uma das organelas mais importantes do citoplasma e é encontrada em quase todas as células eucarióticas. São as organelas produtoras de energia. Os cloroplastos são organelas ainda maiores, encontradas nas células de plantas e algas.
Outras organelas:A maior parte dos componentes da membrana celular forma-se numa rede tridimensional irregular de espaços, rodeada, por sua vez, por uma membrana e chamada de retículo endoplasmático (RE), no qual formam-se também os materiais expulsos pela célula. O aparelho de Golgi é formado por pilhas de sacos planos envoltos em membranas. Este aparelho recebe as moléculas formadas no retículo endoplasmático, transforma-as e dirige-as para diferentes lugares da célula. Os lisossomas são pequenas organelas que contêm reservas de enzimas necessárias à digestão celular de várias moléculas indesejáveis. As membranas formam muitas outras vesículas pequenas, encarregadas de transportar materiais entre organelas.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Exames
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Professor
O que dizer desse cara? Que ele é espetacular? Não, não, porque ele não é espetacular, ele é bem mais que isso, Sem palavras para te descrever Professor Marco Antônio.
Continue sempre assim... =D
SESI
Pamela, Érica, Gabriela, Natalia, Dayana, Lidia, Thamires, Yago.
Tais, Leticia, Sthefany, Giovana, Ana, Aline, Carol, Larissa, Amanda Borges, Amanda Lica,
Tais, Leticia, Sthefany, Giovana, Ana, Aline, Carol, Larissa, Amanda Borges, Amanda Lica,
Marina, Camila, Thalita, Poliana & Natalia
Lih & Thamy
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Citologia
No mundo de hoje, é comum pensarmos em um país como sendo uma porção de terra delimitada espacialmente das demais pela presença de uma fronteira. Vamos pensar no caso do Brasil. Estamos rodeados de mar em metade do nosso território e, na outra metade, fazemos fronteira terrestre com outros nove países da America do Sul. Em suas fronteiras, todos os países instalam uma alfândega, que é uma repartição governamental de controle do movimento de entradas e saídas das pessoas e de mercadorias para o exterior ou deles provenientes.
Com as células não é diferente. Cada uma delas tem uma “área de fronteira”, representada pela membrana plasmática e, nesta área, as células também possuem o seu “posto alfandegário”, as proteínas. Assim como nas aduanas das fronteiras entre os países, essas proteínas são as responsáveis pelo reconhecimento de substâncias vindas de dentro ou de fora da célula como, por exemplo, hormônios.
O trabalho realizado por uma célula é semelhante ao que acontece em uma fábrica, como a de televisores, por exemplo. Através de portões, dá-se a entrada de diversos tipos de peças destinadas as linhas de montagem. Para a fabricação e a montagem dos aparelhos, são necessários energia e operários habilitados. É preciso, ainda, um setor de embalagem para preparar a expedição do que é produzido e uma diretoria para comandar todo o complexo fabril e manter o relacionamento com o mundo externo. Tudo dentro dos limites representados pelo muro da fábrica.
A célula possui setores semelhantes aos de uma fábrica. Um limite celular, representado pela membrana plasmática, separa o conteúdo da célula, o citoplasma, do meio externo. O citoplasma, constituído por organóides e hialoplasma (ou citosol), um material viscoso representa o setor produtivo. Um núcleo contendo o material genético representa “a diretoria” da célula.
Classificação dos Seres Vivo
A sistemática é a ciência dedicada a inventariar e descrever a biodiversidade e compreender as relações filogenéticas entre os organismos. Inclui a taxonomia (ciência da descoberta, descrição e classificação das espécies e grupo de espécies, com suas normas e princípios) e também a filogenia(relações evolutivas entre os organismos). Em geral, diz-se que compreende a classificação dos diversos organismos vivos. Em biologia, os sistêmatas são os cientistas que classificam as espécies em outros táxons a fim de definir o modo como eles se relacionam evolutivamente.
O objetivo da classificação dos seres vivos, chamada taxonomia, foi inicialmente o de organizar as plantas e animais conhecidos em categorias que pudessem ser referidas. Posteriormente a classificação passou a respeitar as relações evolutivas entre organismos, organização mais natural do que a baseada apenas em características externas. Para isso se utilizam também características ecológicas, fisiológicas, e todas as outras que estiverem disponíveis para os táxons em questão. É a esse conjunto de investigações a respeito dos táxons que se dá o nome de Sistemática. Nos últimos anos têm sido tentadas classificações baseadas na semelhança entre genomas, com grandes avanços em algumas áreas, especialmente quando se juntam a essas informações aquelas oriundas dos outros campos da Biologia.
A classificação dos seres vivos é parte da sistemática, ciência que estuda as relações entre organismos, e que inclui a coleta, preservação e estudo de espécimes, e a análise dos dados vindos de várias áreas de pesquisa biológica.
O primeiro sistema de classificação foi o de Aristóteles no século IV a.C., que ordenou os animais pelo tipo de reprodução e por terem ou não sangue vermelho. O seu discípulo Teofrasto classificou as plantas por seu uso e forma de cultivo.
Nos séculos XVII e XVIII os botânicos e zoólogos começaram a delinear o atual sistema de categorias, ainda baseados em características anatômicas superficiais. No entanto, como a ancestralidade comum pode ser a causa de tais semelhanças, este sistema demonstrou aproximar-se da natureza, e continua sendo a base da classificação atual. Lineu fez o primeiro trabalho extenso de categorização, em 1758, criando a hierarquia atual.
A partir de Darwin a evolução passou a ser considerada como paradigma central da Biologia, e com isso evidências da paleontologia sobre formas ancestrais, e da embriologia sobre semelhanças nos primeiros estágios de vida. No século XX, a genética e a fisiologia tornaram-se importantes na classificação, como o uso recente da genética molecular na comparação de códigos genéticos. Programas de computador específicos são usados na análise matemática dos dados.
Em fevereiro de 2005 Edward Osborne Wilson, professor aposentado da Universidade de Harvard, onde cunhou o termo biodiversidade e participou da fundação da sociobiologia, ao defender um "projeto genoma" da biodiversidade da Terra, propôs a criação de uma base de dados digital com fotos detalhadas de todas a espécies vivas e a finalização do projeto Árvore da vida. Em contraposição a uma sistemática baseada na biologia celular e molecular, Wilson vê a necessidade da sistemática descritiva para preservar a biodiversidade.
Do ponto de vista econômico, defendem Wilson, Peter Raven e Dan Brooks, a sistemática pode trazer conhecimentos úteis na biotecnologia, e na contenção de doenças emergentes. Mais da metade das espécies do planeta é parasita, e a maioria delas ainda é desconhecida.
De acordo com a classificação vigente as espécies descritas são agrupadas em gêneros. Os gêneros são reunidos, se tiverem algumas características em comum, formando uma família. Famílias, por sua vez, são agrupadas em uma ordem. Ordens são reunidas em uma classe. Classes de seres vivos são reunidas em filos. E os filos são, finalmente, componentes de alguns dos cinco reinos (Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia).
Alquimia
Alquimia é uma tradição antiga quem combina elementos de química, física, astrologia, arte, metalurgia, medicina, misticismo e religião. Existem três objetivos principais na sua prática. Um deles é a transmutação dos metais inferiores em ouro, o outro a obtenção do Elixir da Imortalidade, uma panaceia universal, um remédio que curaria todas as doenças e daria vida eterna aqueles que o ingerissem. Ambos estes objetivos poderiam ser atingidos ao obter a pedra filosofal, uma substancia mistica que amplifica os poderes de um alquimista. Finalmente, o terceiro objetivo, era criar a vida humana artificial,o s homúnculos. é reconhecido que, apesar de não ter caráter científico, a alquimia foi uma fase importante na qual se desenvolveram muitos procedimentos e conhecimentos que mais tarde foram utilizados pela química.
Alguns estudiosos da alquimia admitem que o Elixir da Imortalidade e a pedra filosofal são temas simbólicos, que provém de pratica de purificação espiritual, ,e dessa,forma, não poderiam ser considerados substâncias reais.
Há pesquisadores que identificam o Elixir da Imortalidade como um liquido, produzido pelo próprio corpo humano, que teria a propriedade de prolongar indefinitivamente a vida daqueles que conseguiram realizar a chamada " Grande onda ", tornando-se assim verdadeiros alquimistas. Existem referencias sessa substância desconhecida também na tradição de Yoga.
Os alquimistas tentavam produzir em laboratório a pedra filosofal (ou mercúrio dos filósofos, entre muitos outros nomes) a partir de matéria - prima mais grosseira. Com esta pedra seria possível obter a transmutação dos metais e o Elixir da Imortalidade, que é capaz de prolongar a vida indefinitivamente. O trabalho relacionado com a pedra filosofal era chamada por eles de "A GRANDE ONDA".
Alguns consideram que o trabalho de laboratório dos alquimistas medievais como os "metais" era na verdade, uma metáfora para a verdadeira natureza espiritual da alquimia. Assim, a transformação dos metais em ouro pode ser interpretado omo uma transformação de si proprio, de um estado inferior para um estado espiritual superior.
O Pulso
Titãs
Composição: Arnaldo AntunesO pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa...
O pulso ainda pulsa...
Peste bubônica
Câncer, pneumonia
Raiva, rubéola
Tuberculose e anemia
Rancor, cisticircose
Caxumba, difteria
Encefalite, faringite
Gripe e leucemia...
Câncer, pneumonia
Raiva, rubéola
Tuberculose e anemia
Rancor, cisticircose
Caxumba, difteria
Encefalite, faringite
Gripe e leucemia...
E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa
Hepatite, escarlatina
Estupidez, paralisia
Toxoplasmose, sarampo
Esquizofrenia
Úlcera, trombose
Coqueluche, hipocondria
Sífilis, ciúmes
Asma, cleptomania...
Estupidez, paralisia
Toxoplasmose, sarampo
Esquizofrenia
Úlcera, trombose
Coqueluche, hipocondria
Sífilis, ciúmes
Asma, cleptomania...
E o corpo ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco
Assim...
E o corpo ainda é pouco
Assim...
Reumatismo, raquitismo
Cistite, disritmia
Hérnia, pediculose
Tétano, hipocrisia
Brucelose, febre tifóide
Arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, cárie
Câimbra, lepra, afasia...
Cistite, disritmia
Hérnia, pediculose
Tétano, hipocrisia
Brucelose, febre tifóide
Arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, cárie
Câimbra, lepra, afasia...
O pulso ainda pulsa
E o corpo ainda é pouco
Ainda pulsa
Ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco
Ainda pulsa
Ainda é pouco
Pulso
Pulso
Pulso
Pulso
Pulso
Pulso
Pulso
Assim...
O que é chuva ácida?
Chuva ácida refere-se à deposição úmida de constituintes ácidos, os quais dissolvem-se nas nuvens e nas gotas de chuva para formar uma solução de pH inferior à 5,6. Apresar do termo chuva ácida ter-se generalizado para abranger também a deposição seca de poluentes ácidos gasosos e particulados a tendência atual é usar a expulsão "deposição ácida" para incluir ambas as formas de deposição, ficando o termo chuva acida realmente limitado a deposição úmida dos compostos ácidos.
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